Celina Leão, do PP, venceu o segundo turno para o governo do Distrito Federal em 25 de outubro de 2026. A vitória garantiu à candidata um mandato como governadora.
O resultado divulgado para Brasília considera a votação na capital, enquanto a disputa era pelo Executivo distrital. Os dados eleitorais citados na notícia são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
No recorte de Brasília, Celina Leão enfrentou Leandro Grass, do PT, na eleição realizada em 25 de outubro. A apuração apresentada se refere aos votos válidos na capital.

Além do resultado, a notícia aborda a trajetória política de Celina, que foi eleita deputada distrital em 2010, e compromissos apresentados durante a campanha. Entre os temas mencionados estão saúde, transporte e segurança pública no Distrito Federal.
Resultado do segundo turno em Brasília
Na apuração referente à capital, Celina Leão recebeu 57,23% dos votos válidos, o equivalente a 940.874 votos. O levantamento foi divulgado com 95,02% das urnas apuradas.
Leandro Grass, do PT, somou 703.242 votos em Brasília, correspondentes a 42,77% dos votos válidos. Os percentuais e as contagens apresentados dizem respeito à votação na capital, não ao total do Distrito Federal.
Os dados da apuração foram atribuídos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A disputa, porém, definiu o comando do Executivo de todo o Distrito Federal, e não apenas o resultado eleitoral de Brasília.
Trajetória política e propostas de Celina Leão
Administradora e empresária, Celina Leão construiu sua carreira política no Distrito Federal. Em 2014, foi reeleita deputada distrital e, entre 2015 e 2016, presidiu a Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Em 2018, conquistou uma vaga na Câmara dos Deputados e atuou em temas ligados aos direitos das mulheres, ao esporte e à administração pública. Também participou da articulação da bancada feminina e ocupou a Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal.
Eleita vice-governadora em 2022 na chapa de Ibaneis Rocha, do MDB, Celina assumiu interinamente o Executivo em janeiro de 2023, após o afastamento dele pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em março de 2026, passou a comandar o governo de forma definitiva, depois que Ibaneis renunciou para disputar as eleições.
Durante a campanha, defendeu a continuidade de obras e investimentos da gestão anterior. Entre as propostas citadas estavam construir hospitais, ampliar o atendimento nas unidades de saúde, expandir o metrô, fortalecer a segurança pública e aumentar os benefícios no transporte coletivo.

