A Caminhada pela Soberania
No dia 9 de outubro de 2026, durante uma caminhada na Ceilândia, no Distrito Federal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou que essa era a “passeata pela soberania do Brasil”, destacando a importância da bandeira verde e amarela como símbolo da luta pela nacionalidade e autonomia. Ao lado do candidato do PT ao governo do DF, Leandro Grass, e da candidata a vice, Dora Gomes, Lula mencionou que essa mobilização representa aqueles que desejam que a riqueza do país seja gerida pelo povo brasileiro, afirmando: “Nós queremos dizer em alto e bom som: o Brasil e a riqueza do Brasil são do povo brasileiro! E daqui ninguém toma!”.
O presidente criticou abertamente adversários políticos, associando-os a interesses estrangeiros, ao afirmar que há aqueles que querem a exploração das riquezas brasileiras por potências como os Estados Unidos. Lula deixou claro que a luta pela soberania do Brasil é um compromisso inegociável de seu governo.
Diálogo com os Indecisos
Leandro Grass, por sua vez, reforçou a necessidade de diálogo com aqueles que têm visões divergentes e que ainda estão indecisos quanto ao seu voto. Ele fez um apelo para que os apoiadores conversem com essas pessoas, destacando que a maioria da população é composta por trabalhadores que buscam uma vida digna. Grass argumentou que é essencial explicar aos indecisos quem realmente está ao lado deles, apresentando programas do governo que beneficiaram a população, como o Farmácia Popular e o programa Mais Médicos.

A caminhada também incorporou temas de relevância social, como a luta contra o feminicídio e a proposta de redução da jornada de trabalho. Lula e Grass destacaram que a mobilização é para aqueles que desejam um Brasil que priorize saúde, educação e oportunidades para todos, em vez de distribuir armas e violência. Essa mensagem de união e compromisso com a soberania do Brasil ressoou fortemente entre os participantes da passeata, que saíram motivados e determinados a dialogar com o maior número de pessoas possível, reforçando a importância de se ouvir e acolher as diferentes opiniões em um período eleitoral marcado por intensos debates.


